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O recente atrito entre Brasil e China, gerado principalmente pela nítida e constante oposição do presidente eleito Jair Bolsonaro à atuação internacional daquele país— que vem claramente demonstrando suas políticas de fortalecimento interno e expansão internacional—,fez com que, pelo menos no Brasil, os holofotes se voltassem novamente para Beijing, centro político da China.

"Lembro que, nos anos 90, vi o anúncio de um neguinho vendendo um castelo no interior da França pelo equivalente a 300 mil reais -- o preço de um barraco no Morro Dona Marta, e pensei: -- Ser brasileiro é viver com uma piroca enterrada no cu por tanto tempo, que você acaba achando que ela é parte do seu organismo."

Um grande grupo no Facebook, dedicado ao debate sobre a cultura chinesa, à vida na China e às possibilidades de cooperação profissional entre brasileiros e chineses, excluiu uma postagem minha sobre caligrafia chinesa - apenas a caligrafia e um breve texto explicativo.

Os leitores que seguem meu blog já sabem que tenho opiniões bastante claras quanto ao estudo, o entendimento e a transmissão dos conhecimentos relativos à China e sua cultura - resumindo, para se falar da China com a mínima autoridade é necessário proficiência em chinês moderno, e para se falar do pensamento clássico chinês, também com a minima autoridade aceitável, é necessário proficiência em chinês clássico.