O recente atrito entre Brasil e China, gerado principalmente pela nítida e constante oposição do presidente eleito Jair Bolsonaro à atuação internacional daquele país— que vem claramente demonstrando suas políticas de fortalecimento interno e expansão internacional—,fez com que, pelo menos no Brasil, os holofotes se voltassem novamente para Beijing, centro político da China.

Sete e meia. Ônibus vazio. Lá fora morre o Sol. Tudo está mudo, a exceção de Chopin, que me faz lembrar de tudo de mais belo que há na vida. Arthur Rubinstein interpreta Noturno, Opus 9, número 2, em gravação de 1967.

"Lembro que, nos anos 90, vi o anúncio de um neguinho vendendo um castelo no interior da França pelo equivalente a 300 mil reais -- o preço de um barraco no Morro Dona Marta, e pensei: -- Ser brasileiro é viver com uma piroca enterrada no cu por tanto tempo, que você acaba achando que ela é parte do seu organismo."

Qualquer um que estude a filosofia de Nietzsche já tem o meu respeito. Ler Nietzsche significa desafiar os conceitos mais íntimos do ser, contemplar a destruição de tudo aquilo que se conhece, ficar frente a frente com a loucura.

Um grande grupo no Facebook, dedicado ao debate sobre a cultura chinesa, à vida na China e às possibilidades de cooperação profissional entre brasileiros e chineses, excluiu uma postagem minha sobre caligrafia chinesa - apenas a caligrafia e um breve texto explicativo.